Um dia inteiro debaixo do seu telhado
Telha não é só cobertura. É ela que decide se a família aproveita a área gourmet às duas da tarde, se a chuva deixa todo mundo dormir e quanto vem a conta de luz no fim do mês.
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13h40 de um domingo de janeiro
Lá fora, o telhado ferve. Aqui dentro, o almoço continua.
A telha metálica comum acumula o calor e despeja tudo dentro de casa. A Isotelha tem um núcleo de PIR que segura esse calor lá em cima: com 30 mm, passa até 7 vezes menos calor que uma telha metálica comum. A área gourmet volta a ser o lugar preferido da família.
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19h10, temporal de verão
A chuva vira um barulhinho distante.
Sabe a telha que vira tambor e obriga todo mundo a aumentar a TV? O núcleo isolante amortece o impacto das gotas. Dá para conversar, ver o jogo e colocar as crianças para dormir sem ninguém precisar gritar.
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05h30 de uma madrugada de julho
No frio, o calor da casa fica com você.
O mesmo isolamento que barra o sol de dia segura o calor da casa à noite. Nas madrugadas geladas do Planalto, isso quer dizer menos umidade pingando do forro e um cobertor a menos na cama.
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Daqui a 15 anos
O barato que sai caro fica para os outros.
O aço galvalume resiste muito mais à corrosão que o galvanizado comum. O ar-condicionado trabalha menos (a Kingspan Isoeste aponta até 85% de economia com climatização em projetos comerciais), o forro não mancha e ninguém precisa refazer o telhado. É a telha que se paga com o tempo.